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Espectador - sem identidade

É o meu olhar, que organiza o jogo. Tu és um espectador desconectado.

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Derivação sedutora (1)

reféns da pele. sem disfarce, sem vergonhas - do medo à pele. da imobilidade ao sussurro. da nudez ao gesto. (por fim, as vozes e as lágrimas)

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Banalidade

Tudo isto é encenado. I WANT YOU sentimentos desejos que mais

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Exercícios sem expectativas.

pede-se desculpa a Julião Sarmento, pelo atrevimento.

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Conspiração de um coração solto do corpo (ainda suposições)

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sujidade aquilo. é um coração

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Reprodução de movimentos. Hoje acrescentamos espaços à nossa existência


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"Gosto de pensar neles como se fossem momentos abertos. As relações entre as personagens podem também ser experienciadas de uma forma intuitiva e emocionada, sem serem categorizadas rigidamente num modo narrativo." Jesper Just

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os espectadores perturbam-se (com o amor)

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dualidades do amor

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o amor traz dimensão ao teu corpo.


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o amor dá ao outro = o poder de nos destruir




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manipulação de mensagens . reflexões sobre o poder do amor.


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mulheres [de papel] por joão ganilho

(título roubado.descaradamente)

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mulheres [de papel] por joão ganilho

(título roubado. descaradamente)

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(-me) para me distrair.


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vamos provar (com lentidão) todas as letras e depois falar.

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Tenho. Medo, até de dizer o meu nome (eu fugi de ti) diz-se baixinho. Não suporto a harmonia.

Então. O meu desequilibro agrada-te. (agora) Sou eu que vou.


(consegues dizer o meu nome? Afasta-se depois de o dizer)

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(ainda) sobre a dança das cadeiras
o corpo faz-se de cansaço. o coração rejeita tratamentos. a boca repete. vem um depois outro já não se volta ao que foi. só se espera por outro depois outro. o coração pára. deixa até de rejeitar.

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os buracos de substituição. (ou quando é que vai parar a dança das cadeiras)

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Penso em todas as vezes que te menti.

menti a dizer. que me era indiferente. a verdade sinto-a no escuro.

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escolhe espreitar. (deixando a mão pertencer a outro)


(imagem desfigurada, de Hannah Kristina Metz)

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figuras

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o que fazemos. uns pelos outros

podias chegar-te aqui um bocadinho? dizer-me o que (eu quero que digas?). mando-te o guião por mail

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eu sou.




invisível






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é preciso ser difícil chegar ao termo de um abrigo despojado dos beijos. aquecidos entre goles e chávenas de chá. coberta de pó. onde quietas memórias que doem perpetuadas por uma estranha mulher reconhecida.são as rugas. é um poder os que puxam um fio de cabelo e moveste. um outro e moves pernas para um lado braços para baixo.

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capricho.

ou obsessão?

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encontro-me com estas palavras marcadas nos teus olhos. (ilusão ou incógnita) Fico contigo sem os meus lábios te dizerem que sim. não dizemos nada.

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vento chama. deixar que corram os teus dedos pelo meu estômago .todos os toques fazem sair do sono o que tenho para ti. Já não sei de mim. clarifico a voz que a vejas azul. Vem. perto de mim

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É preciso recordar aquelas horas. um passo. um beijo. mais beijos lábios suaves doces .a língua agora, passa, lembra-se. as mãos suor. movimento silêncio.silêncio.

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só. sossegada aí fora um caminho aberto.lento. Agora senta-se e lê - nós.

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hábitos: usar o coração.

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espada. aparece-me a tua imagem num efeito procurado entre gentes. entre. o doce escorregar no vulto entre as tentações de um coração morto para o amor. De vezes feitas as que julguei mortas. as vozes encontradas dentro de mim.

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no momento coso a tua alma e lambo o teu coração, acontecem-nos coisas

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Ouve-me dizer-lhe.que penduro o inconsciente na palma das mãos.

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[realidades imperceptíveis]

Se voltar a (escrever) que seja por isto. a inconstante força que forma palavras presas ao som das imagens e sentimentos. que seja assim. Tornar a chegar ao mistério e à angústia das palavras. As que são veneno entre os dedos, as que estão nas tuas mãos. com palavras vivem e morrem os sonhos, transforma-se a realidade até que ela o deixe de ser inteira. Espero vir.
(podia deixar aqui o teu nome. porque se deve a ti este regresso)

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É hora de voltar à escrita. ou à envolvente de imagens que me rompem em distúrbios. Voltar à viagem consolidada por sentimentos. Deixar que saia de cá de dentro tudo. Descobre-se que não se seca. Fazem-se pazes com o azul do mar. Fecham-se os olhos e sonha-se. Volto. Isso sei.